
Se já desistiu delas, a resposta provavelmente é não. Ter em consideração as emoções por detrás das suas resoluções de ano novo (e sim, decidir não fazer resoluções este ano é uma resolução!) é fundamental para aproveitar ao máximo o próximo ano, e poucos de nós fazem-no corretamente.
Se já colocou de parte uma ideia que lhe pareceu improvável ou irrealista assim que lhe perguntaram quais as mudanças que planeia implementar em 2020 ou se já passou horas online a pesquisar sobre a formação de hábitos, é provável que não tenha gasto tempo suficiente a ponderar as suas resoluções do ponto de vista da inteligência emocional.
A inteligência emocional inclui a capacidade de reconhecer, compreender, expressar e regular adequadamente as suas emoções. Uma resolução emocionalmente inteligente é aquela que tem em conta o seu panorama emocional geral – o que realmente o faz feliz?
O que fazer para minimizar ou desabafar adequadamente as emoções negativas? Uma abordagem emocionalmente inteligente para alcançar a felicidade não é hedonista ou míope – mas sim a que considera a sua felicidade num todo e a longo prazo. Não se trata de se sentir confortável ou de evitar situações difíceis – as pessoas emocionalmente inteligentes são mais propensas a correr riscos ou superar situações difíceis, porque reconhecer uma emoção negativa é o primeiro passo para lidar com a situação.
Apresentamos de seguida os principais pontos a ter em consideração para avaliar as resoluções de ano novo através de uma perspetiva emocionalmente inteligente.



O Forbes Coaches Council colocou o 


