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Devemos falar sobre emoções na escola?

25 Junho, 2019 por P4S

 

O não reconhecimento de alguns sentimentos pode levar-nos a ter respostas ansiedade, desentendimentos, ou algumas reações piores. Alguns educadores acreditam que está na altura de instruir os nossos filhos com competências emocionais, juntamente com os “ABC’s”.

Quem o ensinou a identificar e gerir as suas emoções, como reconhecê-las quando surgiram e a lidar com elas? Para muitos adultos, a resposta é: ninguém. Vários investigadores acreditam que, na escola, as competências emocionais devem ter uma importância tão alta quanto as disciplinas como matemática, línguas, história e ciências.

 

Por que é que as emoções são importantes?

A investigação mostra que as pessoas que são emocionalmente competentes têm um desempenho melhor na escola, têm melhores relações e tendem a evidenciar menos comportamentos disruptivos. Além disso, à medida que as funções se estão a tornar cada vez mais mecanizadas, as chamadas soft skills (persistência, gestão de stress e comunicação) são consideradas fulcrais para que os seres humanos não sejam substituíveis pelas máquinas. Tem havido um esforço crescente nas escolas para a aprendizagem social e emocional (SEL). No entanto, tendem a enfatizar apenas as competências interpessoais, como cooperação e comunicação.

As crianças são, muitas vezes, ensinadas a ignorar ou encobrir aquilo que sentem. Muitas sociedades ocidentais veem as emoções como uma indulgência ou distração, afirma Thomas Scheff, sociólogo da Universidade da Califórnia-Santa Barbara, um defensor da educação emocional. As nossas emoções são informações valiosas acerca do mundo, mas somos ensinados a não lhes prestar a devida atenção. Ainda mais perigoso é, segundo Scheff, a prática de esconder uma emoção com outra. Ele concluiu que os homens tendem a esconder sentimentos de vergonha sob raiva, agressão e violência.

Mas, afinal, como se ensina sobre emoções?

Um dos programas escolares mais proeminentes para ensinar sobre emoções é o RULER. Desenvolvido em 2005 por Marc Brackett, David Caruso e Robin Stern, do Centro de Inteligência Emocional de Yale. O programa plurianual é usado em mais de 1.000 escolas, nos EUA e outros países. O nome, RULER, é um acrónimo para seus cinco objetivos: (Recognize) reconhecer as emoções em si mesmo e nos outros; (Understand) compreender as causas e consequências das emoções; (Label) rotular experiências emocionais com um vocabulário preciso e diversificado; e (Express and Regulate) expressar e regular as emoções de forma a promover o crescimento.

Como estratégia, as crianças são ensinadas a concentrar-se nos temas subjacentes a uma emoção, em vez de tentarem defini-la. Quando uma emoção toma conta de nós, explica Stern, entender os contornos em que ela surge pode ajudar a defini-la e a dominá-la. Embora a raiva seja experienciada de diferentes formas por pessoas diferentes, o tema subjacente à raiva é o mesmo, explica. É a injustiça. O tema subjacente ao sentimento de desilusão é o desajuste de expectativas. O tema subjacente à frustração é sentir-se bloqueado ou não conseguir atingir um objetivo. Fixar o tema pode “ajudar uma pessoa a ser vista, compreendida e satisfeita”, diz Stern.

As regras RULER são incluídas em todas as disciplinas. A aprendizagem vai além da sala de aula; as crianças são convidadas a conversar com seus pais ou cuidadores sobre os seus sentimentos. Investigadores do Centro de Inteligência Emocional de Yale descobriram que as escolas RULER tendem a ter uma taxa de bullying menos frequente, menores níveis de ansiedade e depressão e melhores notas. Então, por que a educação emocional é a exceção em vez de ser a regra?

Embora a psicologia seja considerada uma ciência há mais de um século, o seu foco foi mais a identificação e tratamento de perturbações. Scheff, que passou anos a estudar uma emoção tabu – a vergonha – e seu impacto destrutivo nas ações humanas, admite: “Não sabemos muito sobre emoções, embora pensemos que sim, e isso é válido quer para o público, quer para os investigadores”.

Os pais podem começar a desenvolver a consciência emocional dos filhos: “Fala-me sobre alguns dos teus melhores momentos”. Mas ele e Stern concordam que as escolas não podem esperar até que os académicos classifiquem o nome e o número de emoções, antes de começarem a agir. “Sabemos que temos emoções o dia todo, quer estejamos cientes delas ou não”, destaca Stern. Vamos ensinar as nossas crianças a “navegar” por elas, ao invés de as ignorar.

Artigo original: Should emotions be taught in schools?

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